HOMEM DE DEUS.

HOMEM DE DEUS.
Seja você também um homem de Deus.

domingo, 25 de outubro de 2015

COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE APROVA ISENÇÃO DE IPI PARA VEÍCULOS HÍBRIDOS E ELÉTRICOS FABRICADOS NO BRASIL

Incentivo governamental permitiria nacionalização do Toyota Prius

por MARCUS VINICIUS GASQUES
24/10/2015 15h33
Toyota Prius 2016 (Foto: Divulgação)
De acordo com informações divulgadas pelo Senado, a Comissão de Meio Ambiente (CMA) aprovou na última terça-feira (20) um projeto que isenta por até 10 anos veículos elétricos a bateria ou híbridos a etanol, ambos de fabricação nacional, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O texto prevê a isenção também para peças que precisem ser importadas para a posterior produção dos veículos no Brasil, assim como para equipamentos de recarga.
Hoje, os carros híbridos e elétricos são taxados em até 25% no Brasil. Modelos nacionais a combustão com motores acima de 1.0 e até 2.0 flex, por exemplo, tem imposto de 11% atualmente. De autoria o senador licenciado Eduardo Braga (PMDB-AM), o projeto 174/2014 será discutida agora na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Diminuição de preço e projetos nacionais

De acordo com informações apuradas pelaAutoesporte, essa decisão poderia reduzir o preço de carros híbridos e elétricos em até 20%. Isso significa, por exemplo, que o híbrido mais acessível vendido hoje no Brasil, o Toyota Prius, teria valor reduzido de R$ 116.660 para R$ 93.328. Fontes informam, portanto, que o incentivo do governo poderia fazer com que esse modelo fosse fabricado por aqui. No Japão, ele é vendido nas versões clássica, Acqua, compacto urbano e perua.
O assunto surgiu para a Toyota 2013, quando a marca ampliou em cerca de 10% suas atividades de nacionalização de veículos em Guaíba (RS). Lá são instalados, por exemplo, protetores de caçamba de modelos produzidos na Argentina, como a Hilux, que chega ao Brasil reestilizada no início de 2016. Na ocasião, o então governo do estado teria falado sobre a produção nacional de híbridos e elétricos, conforme afirmou Ricardo Bastos, diretor de relações públicas e governamentais da montadora japonesa no Brasil, e um dos vice-presidentes da Anfavea, associação de fabricantes de veículos.

De acordo com o executivo, 15% das vendas mundiais da montadora são de híbridos e elétricos. No Japão, metada dos emplacamentos vem desses veículos, sendo que a maior parte se trata de híbridos. (Colaborou Giulia Lanzuolo)
Fonte:http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2015/10/comissao-do-meio-ambiente-aprova-isencao-de-ipi-para-veiculos-hibridos-e-eletricos-fabricados-no-brasil.html

domingo, 12 de abril de 2015

RURAL: Prazo para aderir ao Cadastro Ambiental Rural acaba no dia 5 de maio

23 DE MARÇO DE 2015 20:590 COMENTÁRIOS
O CAR é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais criado pela Lei 12.651/12 (Novo Código Florestal). O objetivo é formar uma base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para o planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais. O prazo para envio do CAR pela internet se encerra no dia 5 de maio.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) formou, com o apoio da Universidade Federal de Lavras, 31 mil pessoas pelo curso de capacitação do CAR (CapCAR), além de outros 10 mil agentes públicos em prefeituras pelo Brasil, ao longo de 2014 e início de 2015.O cadastro é autodeclaratório (nos moldes do imposto de renda) e totalmente gratuito. Aqueles que têm dificuldade de acesso à internet ou quaisquer outras dúvidas podem pedir auxílio à secretaria de Meio Ambiente da sua cidade ou junto a sindicatos, associações e demais órgãos representativos de classe.
Maiores informações: http://www.car.gov.br
FONTE: Portal Brasil


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

TESTEMUNHO DE UM EX-MAÇOM

Foi há mais de quarenta anos. No decorrer de rituais, jurei que estaria disposto a ser degolado (grau de Aprendiz Maçom), a ter meu coração arrancado (grau de Companheiro) e minhas entranhas rasgadas (Mestre Maçom), se não cumprisse pela vida a fora o compromisso assumido de ser fiel à Fraternidade e guardar seus segredos.

Jesus disse que não devemos jurar nem pelo céu, nem pela terra, nem por nossa cabeça, mas que seja nosso não, não, e sim, sim (Mt 5.34-37; cf. Tg 5.12).

Com vinte e sete anos, entrei na Maçonaria por curiosidade, para conhecer verdades espirituais e filosóficas; aumentar meu círculo de amigos e me sentir mais seguro.

Talvez tenha sido a primeira vez que li o Salmo 133: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”. É o que é lido na abertura dos trabalhos. “Sobre o `altar sagrado´ dos maçons é colocada uma “Bíblia”, um “Alcorão”, ou outro livro santo chamados de “Volume da Lei Sagrada”. Mas se os membros da Loja forem todos judeus, a Bíblia conterá apenas o Antigo Testamento. Na Maçonaria, a Bíblia é mais um apetrecho dentre outros símbolos, como o esquadro e o ramo de acácia.

Aqui começam as divergências entre Maçonaria e Cristianismo. De que irmãos a Palavra está falando? De irmãos maçônicos ou irmãos em Cristo? Na minha ignorância, entendia que a Bíblia me recomendava viver em união com os demais maçons. Depois compreendi que os verdadeiros irmãos são os que comungam da mesma fé cristã (Jo 1.12). Portanto, sob juramente, eu estava em estreita comunhão com pecadores confessos. Jurei defendê-los em qualquer circunstância.

A Maçonaria não faz restrições a quem queira ingressar nos seus quadros, desde que não seja ateu. Ela exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas e de quem depende. Portanto, espíritas e feiticeiros podem ser maçons. Basta que acredite no “Grande Arquiteto do Universo”, o deus maçônico. Na minha cidade havia um influente maçom feiticeiro quer acreditava no Ser Supremo. Estive pessoalmente no seu terreiro, nos meus tempos de ignorância.

Os pactos feitos nos graus de aprendiz, companheiro e mestre – os únicos por que passei - talvez pareçam para alguns maçons um ritual simbólico, sem muita importância. Mas não é. A boca fala do que está cheio o coração (Lc 6.45). Há implicações e ressonâncias no mundo espiritual. Não cabe querer comparar a Maçonaria a uma empresa privada, em favor da qual se tenha que guardar alguns segredos profissionais. Não. A Maçonaria é uma religião. Tem seu deus, seus ritos, seus símbolos, códigos secretos e credo. E o cristão não pode servir a dois senhores, ter duas religiões.

No dia marcado para minha iniciação, fui visitado por dois maçons. Ao entrar no veículo, colocaram-me uma venda nos olhos. Antes de entrar na Loja, circulei alguns minutos pelas ruas da cidade. Permaneci assim, na escuridão, por mais ou menos duas horas. A venda foi retirada apenas por alguns momentos, para que eu assinasse alguns papéis e reafirmasse o desejo de ser maçom.

Chegou o momento. Entrei no salão. Conduziram-me pela mão para que eu circulasse de um lado para outro, passando por caminhos estreitos, tropeçando nas cadeiras. Quando tiraram a venda, dezenas de maçons apontavam para mim com suas espadas. O simbolismo traduzia que eu passara das trevas para a luz, e que os novos irmãos estariam prontos a me defender em qualquer situação.

A luz maçônica não melhorou em nada a minha vida espiritual. Encontrei a Luz verdadeira trinta anos depois, quando fiz uma confissão pública de entrega da minha vida ao Senhor Jesus. Devo esclarecer que antes mesmo da minha conversão, deixei de freqüentar a Maçonaria. Fiquei nela não mais do que uns dois anos. De fato, saí das trevas em que me encontrava. Com a mesma a boca com que jurei fidelidade à Maçonaria, confessei a Jesus Cristo, aceitando-O como meu Senhor e Salvador pessoal (Rm 10.9). Os pactos anteriores foram quebrados. Nasci de novo.

A prática maçônica - ritos, simbolos e doutrina – é incompatível com a prática cristã. É o que me proponho a examinar.

A Maçonaria é conceituada como uma religião: “Todos (maçons) concordam em declarar que ela é um sistema ético, mediante cuja prática os seus membros podem progredir em seu interesse espiritual, subindo a escada teológica da Loja na terra para a Loja no céu” (01). Vejam: “Seguir a escada teológica da Loja” para entrar no céu. O Caminho do cristão é outro (Jo 14.6). Não há como servir à Loja e servir a Cristo ao mesmo tempo. O cristão precisa permanecer fiel a Jesus (Jo 15.4-5).

A salvação na Maçonaria dá-se pelas obras: “O Olho-que-Tudo-Vê (Deus)... contempla os recessos mais íntimos do coração humano, e irá recompensar-nos conforme as nossas obras”. As obras são necessárias à vida eterna na “Loja Celestial” (02).

A doutrina maçônica nega a salvação pela graciosa provisão de Deus através de Jesus Cristo (Ef 1.2-9).

A teologia maçônica “ensina claramente durante o grau do Arco Real (Rito de York), quando diz a cada candidato que o nome perdido de Deus será agora revelado a ele. O nome dado é Jabulom. Este é um termo composto, juntando Jeová com dois deuses pagãos – Baal, a entidade maligna dos cananeus (Jr 19.5; Jz 3.7; 10.6), e o deus egípcio Osíris” (03).

“Autoridades maçônicas como Coil e o Ritual e Monitor Maçônico Padrão admitem que “Bul” ou “Bel” se refere à divindade cananéia ou assíria Baal, e que “On” se reporta à divindade egípcia Osíris. Wagner revela o objetivo maçônico nessa trindade pagã:

“Neste nome composto é feita uma tentativa de mostrar, mediante uma coordenação de nomes divinos... a unidade, identidade e harmonia das idéias hebraicas, assírias e egípcias sobre deus, e a harmonia da religião do Arco Real com essas religiões antigas. Esta “unidade de Deus” maçônica é peculiar. A doutrina ensina que os nomes diferentes dos deuses, como Brahma, Jeová, Baal, Bel, Om, On, etc. denotam o princípio gerador, e que todas as religiões são essencialmente as mesmas em sujas idéias do divino” (04).

A Bíblia diz: “Não terás outros deuses diante de mim... Não as adorarás, nem lhes darás culto...” (Ex 20.3,5). Leiam a advertência bíblica: “Desprezaram todos os mandamentos do Senhor... e serviram a Baal” (2 Rs 17.16). A unidade do Deus bíblico está no Pai, e no Filho e no Espírito Santo.

A doutrina maçônica diz que o candidato passou “este longo tempo na escuridão e agora busca ser levado para a luz”. Está no Ritual do primeiro grau. Como um filho de Deus, nova criatura em Cristo Jesus, pode aceitar tal doutrina? Somos “a luz do mundo e o sal da terra” (Mt 5.13-14). Vejam:

“Pois outrora éreis trevas, porém agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” (Ef 5.8). Ao se tornar maçom, o cristão declara que estava nas trevas.

Prossegue a teologia maçônica:

“A maçonaria aceita e ensina que com tudo e acima de tudo está Deus, mas não essencialmente um Deus cristão trino. O maçom pode chamá-lo (Deus) como quiser, pensar nEle segundo o seu desejo; considera-lo uma lei impessoal ou pessoal e antropomórfica, a maçonaria não se importa com isso... Deus, Grande Arquiteto do Universo, Grande Artífice, Grão-Mestre da Grande Loja do Céu, Jeová, Alá, Buda, Brahma, Vishnu, Siva, ou Grande Geômetra...” (05)

A Maçonaria, como vimos, nega a divindade de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Aliás, o Senhor Jesus nem sequer é mencionado nos rituais. O importante Ritual Maçônico chamado de Ritual da Quinta-Feira Santa do capítulo Rosa-Cruzes declara oficialmente: “Nos reunimos neste dia para celebrar a morte de Jesus, não como inspirado ou divino, pois não nos cabe decidir sobre isso” (06). Bastaria isso para que o verdadeiro crente levante a sua voz desassombrada e diga “NÃO, não aceito. Se os senhores não decidem, eu já decidi servir ao Deus verdadeiro, não a uma composição de deuses pagãos”. Por isso, Cristianismo e Maçonaria são irreconciliáveis.

O que representa a Bíblia para os maçons? “A opinião maçônica predominante é que a Bíblia não passa de um símbolo da Vontade, Lei ou Revelação divina, e não que o seu conteúdo seja a Lei Divina, inspirada ou revelada. Até agora, nenhuma autoridade responsável afirmou que o maçom deve crer na Bíblia ou em qualquer parte dela” (06). E mais: “Os livros sagrados de outras crenças são igualmente válidas para o maçom” (07).

O apóstolo Paulo disse que “toda Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16).

Muitos, como eu, se tornam maçons antes de conhecer a Cristo. Agora, como cristãos, precisam renunciar à fé maçônica e quebrar o juramento feito. Vejam:

“Quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer o mal, ou parta fazer o bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramente, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas. Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou” (Lv 5.4-5; cf. Pv 28.13; Tg 5.16; 1 Jo 1.9).

sábado, 10 de janeiro de 2015

 - Atualizada às 

Menino de 3 anos revela que foi assassinado em sua vida passada

Caso surpreendeu moradores da região das colinas de Golã, perto da fronteira entre a Síria e Israel

O DIA
Rio - Um menino de 3 anos, que vive na região das colinas de Golã, perto da fronteira entre a Síria e Israel, surpreendeu os moradores de sua comunidade ao afirmar que foi assassinado com um machado em sua vida passada e mostrar o local onde o assassino enterrou seu corpo. Através de escavações, alguns homens da aldeia encontraram o esqueleto de um homem no local onde o menino indicou. O garoto também indicou onde a arma do crime estava enterrada e, após escavações, os homens da aldeia encontraram um machado. O artigo foi publicado pela revista americana Epoch Times.
O menino de 3 anos contou que foi assassinado em sua vida passada com um golpe de machado
Foto:  Reprodução Internet

O menino nasceu com uma marca vermelha e longa na cabeça que, segundo a etnia drusa na qual ele pertence, está relacionada com a morte na vida passada. Quando a criança tinha idade suficiente para falar, ele havia contado à família que havia sido assassinado com um golpe de machado na cabeça. Na etnia drusa, é comum que os adultos levem as crianças com 3 anos para a casa de sua vida anterior, caso a criança lembre do local.
No caso deste menino, ele sabia em qual aldeia ele havia morado e qual era o nome dele na vida passada. Ao chegarem no vilarejo, os moradores disseram que o homem que o menino dizia ser a sua reencarnação tinha sido dado como desaparecido quatro anos antes. Amigos e parentes do homem que morreu pensavam que ele poderia ter se perdido no territótio das proximidades.
Quando confrontado com as perguntas, o menino lembrou do nome completo do seu assassino e disse que poderia levar os adultos ao local onde o corpo foi enterrado. Lá, os adultos da comunidade encontraram o esqueleto de um homem que tinha um ferimento na cabeça, que era semelhante a marca de nascença da criança. Também encontraram o machado, a arma do crime. Diante das evidências, o assassino admitiu o crime.
FONTE: http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-01-08/menino-de-3-anos-revela-que-foi-assassinado-em-sua-vida-passada.html

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

CAP MELQUISEDEC

Essa afirmação gay se baseia na passagem bíblica de que o " amor deles era mais forte do que o amor pelas mulheres". Ora, eu poderia aqui argumentar que se trata do amor fraternal, pois quando Jonatas morreu na batalha do monte Gilboa, Davi disse:" Quão amabilíssimo me eras, meu IRMÃO Jônatas", todavia vou usar outra argumentação: Até a morte de ...Jonatas, Davi tinha 6 mulheres, vivendo com todas ao mesmo tempo.
 
Após a morte de Jônatas, Davi acrescentou várias outras mulheres, uma das quais, inclusive, tirou à força do marido e uma outra foi Bate-Seba, que seria a mãe do Rei Salomão. Davi mandou matar o marido dela e a tomou para si.
 
Sem falar na conjuração de Absalão, um dos filhos de Davi, que se rebelou contra o pai e quis tomar o reino. Orientado por Aitofel, um dos conselheiros, Absalão teve relações sexuais com as 10 concubinas de Davi.
 
Ora, só me resta fazer a seguinte pergunta: 
 
QUE GAY É ESSE QUE GOSTA TANTO DE MULHER?!

Fonte: http://militarlegal.blogspot.com.br/2014/08/os-gays-afirmam-que-o-rei-davi-e.html

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Deputados discutem presença de cruz e Bíblia em Assembleia

Uma audiência pública foi realizada para saber se os símbolos cristãos ferem ou não a laicidade do Estado
por Leiliane Roberta Lopes

Deputados discutem presença de cruz e Bíblia em AssembleiaDeputados discutem presença de cruz e Bíblia em Assembleia
A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) promoveu uma audiência pública para discutir a permanência de símbolos religiosos na Casa.
A audiência aconteceu na semana passada e teve a liberdade religiosa e o Estado laico como tema, dividindo a opinião entre os presentes. Muitas pessoas estão reclamando da réplica da Cruz Reverente que fica dentro da Ales e da Bíblia que é posta em uma das mesas.
O pedido de audiência pública foi feito pelo deputado Claudio Vereza (PT) que presidiu a sessão. Durante o encontro os deputados e líderes religiosos debateram sobre retirar ou não os símbolos cristãos da Ales pensando no respeito às diferentes crenças que existem no Brasil.
Para o deputado Theodorico Ferraço (DEM) não há motivos para retirar os símbolos religiosos da Assembleia Legislativa. “Não tem por que retirar os símbolos. A cruz não vai ser removida, porque a maioria acredita em Deus. Assim, ela tem que continuar na Casa”, disse ele que é católico.
Deputados evangélicos e católicos concordam com a permanência do símbolo, entre eles o deputado Glauber Coelho (PSB), que é evangélico, e Hércules Silveira (PMDB), que se declara católico. Juntos eles acreditam que a cruz e a Bíblia não atrapalham os trabalhos da Casa e ainda sugerem a inclusão de símbolos que representem outras religiões.
Os pedidos e as reclamações ouvidas na audiência pública foram encaminhadas pelo deputado do PT para a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos e devem ser analisados antes de entrar em votação. Com informações G1.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Governo oferece 10 mil vagas em cursos gratuitos de meio ambiente


Formação garante diploma e aumenta empregabilidade. Inscrições já estão abertas

HELIO ALMEIDA

Rio - O governo abriu 10 mil vagas em cursos gratuitos em meio ambiente, setor em constante crescimento e com boa oferta de empregos. Ao todo são oito cursos a distância sobre cidadania socioambiental. Duas turmas já estão com inscrições abertas para início em agosto: Crianças e o Consumo Sustentável e Estilos de vida sustentáveis. A carga horária varia de classe, que vai de 12 horas a 120 horas. Cada curso oferece diploma de formação, emitido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Um dos interessados nos cursos gratuitos é o profissional de tecnologia da informação Igor Mello, de 32 anos. Ele pretende fazer o curso de Agente Popular de Educação Ambiental, que vai ocorrer entre os meses de agosto e dezembro. Para ele, a aula a distância é uma ótima oportunidade para se capacitar.

“Um curso pela internet facilita o contato com o conteúdo, porque a gente pode acessar o material no horário que temos disponível”, disse Igor, acrescentando que também gostaria ter algum contato presencial nos campos de atuação nos fins de semana.

CONSUMIR SEM AGREDIR

Voltado aos pais, o curso Crianças e o Consumo Sustentável aborda questões para reduzir a vontade das crianças por consumir. Já o curso Estilos de vida sustentáveis tem como base o melhor uso dos recursos naturais sem agredir o meio ambiente.

Os cursos serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem. O objetivo é ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA.

“Este é o propósito desses cursos, que por meio de uma plataforma virtual se somam a outras formações presenciais, como a participação nos conselhos e conferências nacionais de meio ambiente, tanto a versão adulto quanto a versão infanto-juvenil”, enfatiza o diretor de Educação Ambiental do MMA, Nilo Diniz.

Confira como se cadastrar nos cursos de capacitação oferecidos

Para se inscrever, é preciso acessar a plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), no site do Ministério do Meio Ambiente (http://ava.mma.gov.br/). Nela, são apresentados os cursos, a duração, o público-alvo, a carga horária e o período do curso.

Clique no curso que pretende fazer. No lado direito, aparecerá uma lista de instruções fornecidas pelo AVA para efetuar o cadastro.

Na parte de baixo da página, clique em “cadastramento de usuários”. Abrirá uma tela na qual deverão ser inseridas informações como nome e cidade. Também deverá criar, na mesma página, um e-mail e senha.

Não é preciso apresentar nenhum documento no período de inscrição.

Atente-se para os campos de preenchimento obrigatório,que são representados em vermelho com um asterisco.

Após preencher todos os campos, clique em “Cadastrar este novo usuário”. Uma mensagem será enviada para o e-mail inscrito. Nos outros acessos, digite e-mail e senha

Fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-07-09/governo-oferece-10-mil-vagas-em-cursos-gratuitos-de-meio-ambiente.html

domingo, 29 de junho de 2014

São Fidélis no alto da Igreja Matriz ?

Igreja Matriz Foto Vinnicius Cremonez 31
Fotos: Vinnicius Cremonez
Durante muito tempo os fidelenses achavam que a imagem do alto da Igreja Matriz (de Frente para o Rio Paraíba do Sul) era referente a São Fidélis, que de braços abertos acolhia os que chegavam a cidade pelo rio, importante via de acesso por muitos anos.
Mas quem pensava assim, se enganou. Até o poeta fidelense Antônio Roberto, disse  “São Fidélis no alto da matriz” em um dos seus poemas.
Em 1983 o Padre José Rodrigues esclareceu que aquela era a imagem de São Francisco de Assis, patrono da ordem religiosa a qual pertencia Frei Ângelo e Frei Victorio fundadores do templo e do município.
Para a Igreja Católica o uso das imagens é um meio pelo qual os fiéis podem ter acesso ao divino que é invisível através de uma representação que é visível, portanto o uso de esculturas e pinturas foi usado desde os primeiros séculos do cristianismo até os dias atuais, essas representações se referem a Jesus, a Virgem Maria, aos anjos e aos santos.igreja matriz 1
No caso da representação dos santos, desde o século II as imagens são feitas tendo como ponto de partida aspectos referentes a pessoa, evitando representações de um mesmo santo de diversas formas. Só lembrando Santo na Igreja é um modelo/exemplo de vida que pode ser seguido pelos fiéis e as vezes são aqueles ou aquelas, que deram a sua vida em defesa da fé, assim são reconhecidos na Igreja Católica Apostólica Romana como Mártir de fé, ou seja, deram seu sangue pelo evangelho.
A esses que morreram pela fé há sempre representado com sua imagem o símbolo da palma que representa como o santo morreu, um exemplo é São Fidélis de Sigmaringa, que foi morto pelos calvinistas na Suíça, e por ter dado a vida pelo evangelho de Cristo é representado com a palma que significa o modo pelo qual morreu.Igreja Matriz Foto Vinnicius Cremonez 19
Na Igreja Romana existem várias ordens religiosas como Beneditinos, Carmelitas, etc; cada ordem possui um vestimenta própria para os diferenciá-los, e muitos membros dessas congregações se tornaram santos ou santas.
Após ser reconhecido como modelo de santidade é permitida a fabricação de representações do santo, como imagens e pinturas para veneração, e como já citado cada santo possui uma imagem com aspectos específicos atribuídos a ele, se morreu pela fé carrega a palma do martírio é um exemplo, assim santos de mesma ordem religiosa que usavam o mesmo tipo de vestimenta podem ser diferenciados.
igreja matriz 2Os frades fundadores de nossa cidade assim como São Fidélis eram da ordem dos capuchinhos, que tiveram como fundador São Francisco de Assis, que teve óbito de morte natural, portanto não carrega a palma do martírio, e é essa característica que vai ajudar a definir quem está representado na imagem do alto da Igreja Matriz.
Ao analisar a imagem do alto da Igreja é possível perceber que não possui a palma do martírio, característica do São Fidélis. Quem seria então??
Como já disse o Padre José Rodrigues, é de São Francisco de Assis, fundador da ordem, que por não ter sido morto não carrega a palma do martírio. Mesmo com todo o esclarecimento, muitos ainda insistem em dizer que a imagem é de São Fidélis, o que acabou virando mais uma cultura da Cidade Poema”.
Igreja Matriz Foto Vinnicius Cremonez 28Vale ressaltar também que há alguns anos havia junto ao São Francisco uma redoma de metal que foi retirada e que nessa estrutura havia pombos, animal símbolo de São Francisco de Assis, santo que amava muito os animais, sendo inclusive o seu protetor.
Assim podemos concluir não só tendo por base escrita, mas também pela forma como é representado, que o santo representado é São Francisco e não São Fidélis.
Contribuíram para essa matéria o professor de história e historiador Evando Freitas e a Igreja Matriz de São Fidélis.
Igreja Matriz Foto Vinnicius Cremonez 20
Fonte:http://saofidelisnoticias.com.br/sao-fidelis-no-alto-da-igreja-matriz/

sexta-feira, 20 de junho de 2014


O silêncio dos bons

****** Hélio Martinez

“O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, 
nem dos desonestos, nem dos sem caráter, nem dos sem ética,
o que mais me preocupa é o silêncio dos bons” (Luther King).
Diuturnamente vivenciamos cenas de horrores. 
Mortes violentas, assaltos, seqüestros, cárceres privados, e, infelizmente, 
agora também estamos em plena transição para uma crise financeira. 
O povo tudo assiste, passiva e pacificamente. Silente, vê e observa a 
caravana passar. Oxalá que ela passe tranquilamente, sem seqüelas 
irreversíveis. A simples “marola” acenada pelo nosso governante maior 
está prestes a se tornar um tsunami. Os financiamentos estão com prazos 
reduzidos e juros maiores, o dinheiro está deixando de circular. 
A exportação bovina está quase a zero. Onde chegaremos? Sou contra 
medidas drásticas, mas, inegavelmente, algo tem que ser feito. Aqueles 
que são bons e integram o governo em qualquer de seus setores têm 
que se pronunciar. Têm que vir a público e acalmar a população, serenar 
os ânimos, injetar esperança às indústrias, ao comércio e a todos em geral. 
RUY BARBOSA, em sua magistral obra “Ruínas de um Governo”, já 
preconizava “Todas as crises que pelo Brasil estão passando e que 
dia a dia sentimos crescer aceleradamente, tais como a crise política, 
a crise econômica, a crise financeira, tudo, não vem a ser mais que 
sintomas, exteriorizações parciais, manifestações reveladoras de um 
estado mais profundo, uma SUPREMA CRISE: a CRISE MORAL”. Perfilho o 
mesmo entendimento. O sentido ético é por demais relevante, sendo 
mesmo a pedra angular onde se assenta a dignidade de um povo. 
Nossos representantes, por nós eleitos, têm que demonstrar seriedade, 
honradez, pujança, estoicismo e exigir dos governantes atitudes coerentes, 
atos transparentes e proficientes para nos resguardar, para prevenir 
situações que poderão se tornar caóticas e irreversíveis. O povo, por 
sua vez, não pode mais ficar omisso e silente. A bandeira da moralização 
deve ser desfraldada para salvarmos o torrão nacional. Os bons não podem 
desanimar jamais. Relembrando novamente RUY, ouso parafrasear-lhe: “De 
tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto 
ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, de tanto ver crescer a 
injustiça, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter 
vergonha de ser honesto”. Amigos leitores: na vida nada ocorre por acaso. 
Tudo tem uma razão de ser. Se plantamos uma semente é com a esperança 
de colhermos um fruto. A lei de causa e efeito, nominada juridicamente como 
da causalidade, a que rege todos os âmbitos do mundo material. Nenhum fato 
ocorre sem que haja uma causa. Hoje, a causa é a crise nos Estados Unidos, 
que, com efeito cascata, atinge todos os países. Vamos reagir. Devemos ter 
vida própria, autonomia sem dependência e passaremos altivamente por 
esse problema. Basta não ficarmos silentes...

Fonte: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:TKsiDQfgmmgJ:www.sinomar.com.br/portal/conteudo.asp%3Fcodigo%3D3118%26page%3D63+&cd=4&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=br

segunda-feira, 16 de junho de 2014

MEIO AMBIENTE

Ministério do Meio Ambiente lança oito cursos a distância

Educação ambiental

Capacitações sobre cidadania e sustentabilidade serão realizadas via plataforma virtual. Previsão é formar 10 mil pessoas
Publicado10/06/2014 10:42Última modificação10/06/2014 10:42
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai promover, neste ano, oito cursos a distância sobre cidadania e sustentabilidade socioambiental. A previsão é formar 10 mil pessoas até dezembro deste ano. Os cursos serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). O objetivo é ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA.
Em julho, serão realizados dois cursos. O primeiro, 'Criança e Consumo Sustentável" tem como público-alvo as mães e os pais. A ideia é qualificar e reduzir o consumo infantil. Serão 20 horas de curso para duas mil vagas. Já o curso 'Estilo de Vida Sustentável' irá trabalhar uma nova perspectiva de qualidade de vida com base em padrões sustentáveis. São duas mil vagas para qualquer pessoa interessada no tema. O curso tem carga de 20 horas.
O diretor de Educação Ambiental, Nilo Diniz, explica que o MMA e suas entidades vinculadas procuram, na atualidade, articular e potencializar a capacidade institucional de formação e capacitação, ampliando a base social da política ambiental no País. 

“Este é o propósito desses cursos, que, por meio de uma nova plataforma virtual e de metodologias específicas, se somam a outras formações presenciais em andamento, bem como a processos participativos, como os conselhos e as conferências nacionais de meio ambiente, tanto a versão adulto, quanto a versão infantojuvenil", afirma Diniz.
Temas prioritários
De agosto a dezembro, será realizado o curso 'Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar', com duas mil vagas. O objetivo é colaborar com a formação de lideranças do campo e técnicos de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar. O curso visa auxiliar no desenvolvimento de processos formativos e de mobilização nos territórios em favor da regularização ambiental, da adoção de práticas agroecológicas e sustentáveis e do enfrentamento de questões e conflitos socioambientais.
A iniciativa é destinada aos agentes de assistência técnica e extensão rural (Ater), lideranças de movimentos, sindicatos, associações, técnicos de organizações não governamentais (ONG), pastorais, prefeituras, órgãos públicos, empresas, professores, jovens, ambientalistas, animadores culturais. O curso compreende 120 horas de aula.
A quarta capacitação, intitulada 'Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (Peaaf) nos Territórios',  busca refletir sobre questões relacionadas à temática socioambiental no campo. Podem participar gestores públicos estaduais e municipais e representantes de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar. Será ministrado de setembro a novembro, com 60 horas de duração e 300 vagas disponíveis.
Ampliação do conhecimento
O curso que aborda as estratégias de implantação do programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), destinado aos gestores de órgãos governamentais, acontecerá de agosto a setembro. Serão disponibilizadas duas mil vagas e o curso durará 20 horas.

'Igualdade de Gênero e Sustentabilidade' é o tema da sexta capacitação, aberta a todos os interessados. Ocorrerá de setembro a outubro, com mil vagas e 20 horas de duração.
Também será realizado um curso de formação de conteúdistas em educação a distância. A proposta é realizar a formação técnica sobre estratégias e metodologias de desenvolvimento de conteúdos na linguagem à distância. O curso é destinado aos servidores do MMA e das unidades vinculadas, além de representantes de instituições que atuam com ensino a distância. Será ministrado de outubro a novembro, com 20 horas de duração e 500 vagas disponíveis.
O último curso tem o intuito de apresentar as etapas necessárias para elaboração dos Planos Municipais de Resíduos Sólidos para os gestores públicos municipais. Será realizado em novembro, com 200 vagas e 20 horas de duração.
Confira a lista dos cursos até dezembro:
1. Criança e Consumo Sustentável: julho, 20 horas, 2 mil vagas.
2. Estilo de Vida Sustentáveis: julho, 20 horas, 2 mil vagas.
3. Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar: agosto a dezembro, 120 horas, 2 mil vagas.
4. Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar nos Territórios: setembro a novembro, 60 horas, 300 vagas.
5. Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P): agosto a setembro, 20 horas, 2 mil vagas.
6. Igualdade de Gênero e Sustentabilidade: setembro a outubro, 20 horas, mil vagas.
7. Formação de conteudistas em EaD: outubro a novembro, 20 horas, 500 vagas.
8. Planos Municipais de Resíduos Sólidos: novembro, 20 horas, 200 vagas.